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sábado, 19 de maio de 2012
Coca-Cola é capaz de...
Essa má fama da Coca-Cola é antiga, pois quando eu era pequena a minha mãe fez a experiência do osso de galinha. Deixou de molho na Coca-Cola por uns 4 dias e o osso ficou corroído. Ficou cheio de buraquinhos que nem a osteoporose. Faça você também uma experiência e tire as suas conclusões!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O impacto da bebedeira no aparelho digestivo
Popular azia é gerada pela passagem da acidez do estômago até o esôfago
Quem exagera na bebida alcoólica ou na quantidade de comida no prato pode sofrer com a azia, assim como muitas grávidas. Chegado dezembro, o mês de concentração de festas, confraternizações, Natal e Réveillon, todos regados a um cardápio farto e bebidas de todo tipo, é bom redobrar a atenção com a saúde alimentar, pois a sensação de queimação na chamada boca do estômago, bem conhecida pela população, pode atacar. A azia se manifesta em algumas pessoas ocasionalmente, por conta de um dia de excessos. Mas há quem conviva com o problema e precise procurar um médico para buscar uma solução definitiva.
O mal aparece quando a acidez do estômago reflui para o esôfago, que não é preparado para recebê-lo, causando o desconforto e a sensação de queimação. Segundo José Carlos Ferreira Couto, vice-presidente do Departamento de Gastroenterologia da Associação Médica de Minas Gerais, o mais comum é o refluxo ácido.
— Também há o refluxo alcalino, causado pela bile. Mas é bem mais raro — revela.
Ele explica que o organismo tem uma boa capacidade de reagir à azia, com saliva e peristaltismo, que é o movimento muscular que auxilia no encaminhamento do alimento para o estômago. Mas nem sempre é o suficiente. O caso costuma ser mais grave quando a pessoa tem a doença do refluxo gastroesofágico e hérnia de hiato.
— A hérnia é uma posição anormal do estômago em relação ao diafragma. Entre eles, há uma válvula muscular, chamada esfíncter esofágico inferior, com a função de lacrar a entrada do estômago. O esôfago se contrai para fechá-la. Quando há um relaxamento anormal dessa válvula, há refluxo e azia. Obesos têm maior propensão ao problema — conta o médico.
Previna-se
Em casos mais raros e graves, a inflamação crônica pode trazer mudanças nas células do esôfago e causar metaplasia intestinal, conhecida como esôfago de Barrett, que pode evoluir para um câncer, esclarece o gastroenterologista José Carlos Ferreira Couto.
:: Álcool, café, chocolate, alimentos gordurosos, condimentos, chá mate, chá preto e tabaco. São grandes potenciais relaxantes do esfíncter, o que facilita o refluxo e a azia.
:: Líquidos, especialmente os gasosos, ingeridos durante uma refeição.
:: Medicamentos corticoides e alguns sedativos.
:: Também não é bom deitar depois das refeições. Uma dica é colocar um calço de 15 centímetros na cabeceira da cama para deixar a cabeça mais alta em relação ao restante do corpo, o que dificultará o refluxo.
Casos especiais
:: Grávidas — A mulher passa por um processo de transformação hormonal grande, o que prejudica o funcionamento da musculatura da junção esôfago-gástrica. Associado com o crescimento progressivo do útero, faz um aumento da pressão sobre o estômago, que é empurrado para cima nas fases finais da gravidez, favorecendo o refluxo.
:: Atividades físicas — A relação com a azia não é preocupante. A pessoa com hérnia de hiato e doença de refluxo tem que evitar exercícios que aumentem a pressão intra-abdominal.
:: Os abdominais devem ser realizados em séries pequenas, de 10 repetições. Esportes como futebol, tênis e natação não influem — diz o gastro José Carlos Couto.
Diagnóstico
:: Para confirmar o diagnóstico, facilmente identificado pela queimação, e descartar a existência de complicações, às vezes é necessário fazer exames endoscópicos (endoscopia digestiva alta).
:: Uma ótima prova para demonstrar que os sintomas são causados pelo refluxo de ácido é a biópsia (exame ao microscópio de fragmentos da mucosa do esôfago).
Tratamento
:: Para aliviar a sensação de queimação, pode-se tomar antiácidos à base de hidróxido de alumínio ou de magnésio. Mas não se deve fazer uso contínuo. É para exceções, num dia de abuso de comida ou bebida. Quem tem azia frequentemente precisa procurar um médico.
:: Em casos mais sintomáticos, faz-se o tratamento com medicamentos que são potentes inibidores da produção do ácido, cientificamente conhecidos como bloqueadores da bomba de prótons. É um tratamento mais longo.
:: A opção cirúrgica só é feita em último caso, quando não se consegue uma boa resposta ao tratamento medicamentoso.
Receitas populares
:: Uso do bicarbonato de sódio ou do leite para amenizar o desconforto — O médico mineiro José Carlos Couto alerta que a bebida é alimento, e não remédio. Ao bloquear a acidez do estômago, acaba por induzi-lo a produzir mais ácido. O mesmo ocorre com o bicarbonato. Leite e bicarbonato, no momento em que são ingeridos, promovem o alívio, mas causam o efeito rebote. Duas ou três horas depois, a pessoa está com mais azia. Isso porque o leite tem gordura, açúcar e proteínas que precisam ser digeridas. Assim, o estômago libera mais ácido.
:: Chá de casca de batata ou água com limão — Ambos também devem ser evitados. Outro fator a ser considerado é que a batata recebe muito agrotóxico para seu cultivo. E a maior parte se concentra na casca.
:: Uma colher de azeite antes de consumir bebida alcoólica — Não tem nenhuma influência na prevenção da azia, segundo o especialista.
*Humberto Siqueira/Correio Braziliense
Daqui.
E a Pimentinha Brasileira pergunta?
Para festejar e ficar feliz é indispensável o álcool? Que triste!!!
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domingo, 4 de dezembro de 2011
Pimenta pode ser usada para combater a dor
O estudo é de cientistas escoceses que analisam a pimenta chilli mexicana:
Cientistas da Universidade escocesa de Aberdeen acreditam que a pimenta chilli tem outra função além de temperar os pratos mexicanos. De acordo com os estudiosos, a capsaicina, substância contida no chilli pode ativar os genes que causam a sensação de dor.
Com essa descoberta, poderão ser preparados analgésicos com a pimenta. Eles chegaram a essa conclusão depois de identificarem trechos do DNA responsável por isso.
O gene foi batizado de ‘substância-P’, associada à dor crônica de inflamações há mais de 30 anos. Com a capsaicina, os pesquisadores isolaram o elemento que une a substância-P às células nervosas. Assim, fica comprada a eficiência da pimenta como um futuro analgésico.
Por Carolina Abranches
bemstar.globo.com
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Lula, o câncer, o SUS e o Sírio
Por ELIO GASPARI
O Brasil de Nosso Guia está a 33 quilômetros da "perfeição no tratamento de saúde"
AS PESSOAS que estão reclamando porque Lula não foi tratar seu câncer no SUS dividem-se em dois grupos: um foi atrás da piada fácil, e ruim; o outro, movido a ódio, quer que ele se ferre. Na rede pública de saúde, em 1971, Lula perdeu a primeira mulher e um filho. Em 1998, o metalúrgico tornou-se candidato à Presidência da República e pegou pesado: "Eu não sei se o Fernando Henrique ou algum governador confiaria na saúde pública para se tratar". Nessa época acusava o governo de desossar o SUS, estimulando a migração para os planos privados. Quando Lula chegou ao Planalto, havia 31,2 milhões de brasileiros no mercado de planos particulares. Ao deixá-lo, essa clientela era de 45,6 milhões, e ele não tocava mais no assunto.
Em 2010, Lula inaugurou uma Unidade de Pronto Atendimento do SUS no Recife dizendo que "ela está tão bem localizada, tão bem estruturada, que dá até vontade de ficar doente para ser atendido". Horas depois, teve uma crise de hipertensão e internou-se num hospital privado.
Lula percorreu todo o arco da malversação do debate da saúde pública. Foi de vítima a denunciante, passou da denúncia à marquetagem oficialista e acabou aninhado no Sírio-Libanês, um dos melhores e mais caros hospitais do país. Melhor para ele. (No andar do SUS, uma pessoa que teve dor de ouvido e sentiu algo esquisito na garganta leva uns 30 dias para ser examinada corretamente, outros 76, na média, para começar um tratamento quimioterápico, 113 dias se precisar de radioterapia. No andar de Lula, é possível chegar-se ao diagnóstico numa sexta e à químio, na segunda. A conta fica em algo como R$ 50 mil.)
Lula, Dilma Rousseff e José Alencar trataram seus tumores no Sírio. Lá, Dilma recebeu uma droga que não era oferecida à patuleia do SUS. Deve-se a ela a inclusão do rituximab na lista de medicamentos da saúde pública.
Os companheiros descobriram as virtudes da medicina privada, mas, em nove anos de poder, pouco fizeram pelos pacientes da rede pública. Melhoraram o acesso aos diagnósticos, mas os tratamentos continuam arruinados. Fora isso, alteraram o nome do Instituto Nacional do Câncer, acrescentando-lhe uma homenagem a José Alencar, que lá nunca pôs os pés. Depois de oito anos: 1 em cada 5 pacientes de câncer dos planos de saúde era mandado para a rede pública. Já o tucanato, tendo criado em São Paulo um centro de excelência, o Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, por pouco não entregou 25% dos seus leitos à privataria. (A iniciativa, do governador Geraldo Alckmin, foi derrubada pelo Judiciário paulista.)
A luta de José Alencar contra "o insidioso mal" serviu para retirar o estigma da doença. Se o câncer de Lula servir para responsabilizar burocratas que compram mamógrafos e não os desencaixotam (as comissões vêm por fora) e médicos que não comparecem ao local de trabalho, as filas do SUS poderão diminuir. Poderá servir também para acabar com a política de duplas portas, pelas quais os clientes de planos privados têm atendimento expedito nos hospitais públicos.
Lula soube cuidar de si. Delirou ao tratar da saúde dos outros quando, em 2006, disse que "o Brasil não está longe de atingir a perfeição no tratamento de saúde". Está precisamente a 33 quilômetros, a distância entre seu apartamento de São Bernardo e o Sírio.
Folha UOL/ (só para assinantes)
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Evite drogas: não fume!!!
O cigarro é uma droga lícita. E cada vez mais as pessoas estão fumando e mais cedo. Os pais, muitas vezes, dão o mau exemplo fumando e os filhos vendo, é claro!
Os jovens estão começando a fumar muito cedo. E nunca se esclareceu tanto na mídia dos males que o cigarro provoca.
A vida é o bem maior que temos. Precisamos preservar a saúde, pelo menos no que depende de nós. Mas muitas pessoas preferem o "prazer"(?), preferem correr o risco enorme de ter câncer ou outras consequências físicas por causa do cigarro do que parar de fumar ou o melhor: nunca começar.
Assim como há pessoas que usam outras drogas como álcool, cocaína, crack ou outras. E hoje em dia, até as crianças sabem dos malefícios que essas drogas provocam. Muitas pessoas viciadas argumentam que só queriam experimentar, que achavam que não ficariam viciados... Ah, tá!!! Outros fumam justificando que se pararem irão engordar. Não quer engordar? É simples: comer corretamente e pouco; fazer exercícios físicos. Mas fumar??? Fala sério!
Sem querer polemizar, mas já polemizando... Não concordo com o termo "dependente químico". Isso parece tornar a pessoa que escolhe se drogar uma vítima. Ela é vítima das más escolhas dela, isso sim. Acho que o nome é "viciado em drogas" mesmo. Chega de querer amenizar para justificar uma péssima escolha de vida.
O mesmo acontece com o cigarro: é uma escolha, uma péssima escolha! Mas as pessoas têm livre arbítrio... Pena que nem sempre saibam fazer escolhas a favor de sua vida e se põem em risco em nome do... "prazer".
Na minha opinião, prazer é viver em paz e com saúde. Procurar problemas definitivamente não é nenhum sinal de inteligência. Enfim, há tantos problemas que nos aparecem na vida, por que procurar mais com as próprias mãos?
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domingo, 28 de agosto de 2011
VIAGRA E DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Viagra e DSTs:
Homens que tomam medicamentos para aumentar a potência sexual têm três vezes mais chances de contraírem doenças sexualmente transmissíveis em comparação com homens que não tomam nada. O resultado foi divulgado pela Universidade de Harvard.
Os dados foram obtidos a partir de estudo com grupo de homens a partir de 40 anos. O resultado não está relacionado ao fato do homem usar o medicamento propriamente dito, e sim porque o efeito de tais drogas os levam a ter uma vida sexual mais arriscada.
O maior número de contágio de DSTs começou a ser observado um ano após o homem ter iniciado o consumo dos medicamentos. O autor do estudo explicou que isso leva muitos dos homens a fazer sexo sem proteção. “Homens jovens têm mais parceiros sexuais do que os mais velhos” – exemplificou o médico Anupam Jena. No entanto, diz ele, é mais provável que os mais velhos é que deixem de usar camisinha.
FONTE
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